Aos 38 anos, capitão da Argentina evolui a cada jogo, lidera a seleção e chega a 17 gols em Copas.
Da estreia ao topo: a evolução de Messi na Copa 2026
Lionel Messi chegou à Copa do Mundo de 2026 com um objetivo claro: ser o primeiro jogador da história a conquistar dois títulos mundiais seguidos. E a performance dele até aqui mostra por que a Argentina sonha alto.
O torneio começou com um recado. Na estreia contra a Argélia, Messi abriu a competição com um hat-trick na vitória por 3 a 0. Foi mais que gols. Foi a mensagem de um jogador de 38 anos que não dá sinais de queda física. Naquele jogo ele atingiu 16 gols em Copas, empatando com Miroslav Klose como maior artilheiro da história do Mundial masculino.
Desde a estreia, o desenvolvimento dele é nítido. Jogo após jogo, Messi tem jogado mais como “cérebro” da equipe. Sai da ponta, puxa a construção, dá assistências e aparece na área na hora certa. Contra a Áustria, no jogo que confirmou a classificação argentina, ele foi decisivo mesmo sem detalhes do lance: marcou 2 gols, deu 2 assistências e liderou a Argentina na vitória por 2 a 0.
Até aqui, é Messi como principal nome do torneio. Ele já soma 5 gols em 2 jogos e ampliou o recorde de jogos em Copas: 28 partidas disputadas. Aos 38 anos, ele também virou o jogador mais velho a fazer hat-trick em Copas.
Será a última Copa?
Tudo indica que sim.
O clima ao redor da seleção argentina é de despedida. Messi chamou esta edição de “Last Tango” – último tango. Aos 38 anos, ele mesmo disse em 2025 que o jogo contra a Venezuela seria sua última partida pelas Eliminatórias e que não sabia sobre o futuro.
Cada jogo na América do Norte pode ser o último. Por isso a energia na Argentina é de urgência e celebração: aproveitar cada minuto com o capitão.
Messi não está só jogando. Está construindo o fim de um ciclo que começou em 2006 e pode fechar com chave de ouro em 2026.
Foto: Tom Weller/via Getty images








